Trabalho esquisito com gente estranha. Uso meu tempo pra escrever, assim não preciso de mascaras, formas exatas, precisas, respostas objetivas pra tudo. Aquela história de menina descolada de são Paulo. Acho meio babaca esta história...
Minha fase é cansada, sozinha, quase uma esquizofrenia aguda de mim...Hoje sem dúvida tenho mais do que tinha, me descubro ainda mais simples, e isso não importa quantos sapatos eu tenha no armário.
O que eu tenho de melhor fica guardado, quase abandonado, esquecido... Tenho medo, confesso, mas acho que é por este medo existir que resisto, ora luto, ora deixo a vida me levar. Não gosto. Aceito. Acho covarde, mas ainda não saberia o que fazer...
Não gosto de muitas opções, me perco e quero tudo, no fim acabo sempre de mãos vazias... Aprendi a não lamentar, fiz escolhas, não preciso tê-las por tempo indeterminado. Tenho decisões a tomar, não agora, to com preguiça estratégica e me deixo assim, inerte. Sabe quando vc não agüenta mais nadar e bóia esperando que o mar te leve a terra firme, pois é. Estou boiando agora... Ainda tenho a velha sensação de relaxamento, mas vez ou outra as ondas chegam e preciso me preparar..
sábado, 16 de janeiro de 2010
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Quem sabe?!
Me lembro da força que eu fingia ter para segurar a sua dor, dor de menino com medo do mundo. E eu era força quando precisava de ser criança no seu colo, quando precisava de olhos para as minhas não menores dores...
Eu disse sim, me comprometi com um amor que é tão pesado que quase não me reconheço, fico no quase sentimento, no quase ar apaixonado e entregue.
Preciso ser sempre forte, sempre alegre, sempre a "segurar a onda", cansei de estar sempre disposta e apostos. Dói não corresponder o amor com um amor amor, dói em mim o não saber até quando.
Até quando eu aguento, até quando dá pra sentir saudade de mim sem morrer aos poucos, diariamente menos de mim em mim...
Hoje eu acordei e coloquei minha angustia no bolso, guardei e deixei pra depois. Quem sabe amanhã!
Eu disse sim, me comprometi com um amor que é tão pesado que quase não me reconheço, fico no quase sentimento, no quase ar apaixonado e entregue.
Preciso ser sempre forte, sempre alegre, sempre a "segurar a onda", cansei de estar sempre disposta e apostos. Dói não corresponder o amor com um amor amor, dói em mim o não saber até quando.
Até quando eu aguento, até quando dá pra sentir saudade de mim sem morrer aos poucos, diariamente menos de mim em mim...
Hoje eu acordei e coloquei minha angustia no bolso, guardei e deixei pra depois. Quem sabe amanhã!
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Lembrança... Dos seus olhos me prometendo proteção.
Eu acreditei na promessa, qual menina não acreditaria? Era sincero. Eu sabia.
Mas acabou, numa tarde fria de inverno. Aquelas noites em que é tão frio e a noite é tão bonita e estrelada que dá pena te-la sozinha, sem um amor....
Nestas noites eu chorava, pedindo aos deuses que te arrancassem de mim, mas lá no fundo vinha uma voz e estragava tudo e te pedia pra ficar, assim bem baixinho quase um susurro aos olhos que te pediam por Deus pra não ir...
Você nunca disse adeus, eu nunca te pedi pra ficar...
Adeus...
Eu acreditei na promessa, qual menina não acreditaria? Era sincero. Eu sabia.
Mas acabou, numa tarde fria de inverno. Aquelas noites em que é tão frio e a noite é tão bonita e estrelada que dá pena te-la sozinha, sem um amor....
Nestas noites eu chorava, pedindo aos deuses que te arrancassem de mim, mas lá no fundo vinha uma voz e estragava tudo e te pedia pra ficar, assim bem baixinho quase um susurro aos olhos que te pediam por Deus pra não ir...
Você nunca disse adeus, eu nunca te pedi pra ficar...
Adeus...
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